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Helena Ignez

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Helena Ignez

A atriz em 1963
Nascimento 23 de maio de 1939 (87 anos)
Salvador, Bahia
Cônjuge
Outros prêmios
Festival de Brasília
1966: Melhor atriz, por O Padre e a Moça
1969: Melhor atriz, por A Mulher de Todos.

Helena Ignez de Melo Silva[1] (Salvador, 23 de maio de 1939) é uma atriz e cineasta brasileira.

Iniciou sua carreira como modelo de desfiles às fábricas de roupa de São Paulo e concorreu ao Miss Bahia de 1958. Em 1959, por influência de Glauber Rocha, com quem se casaria, atuou pela primeira vez no curta-metragem Pátio, o primeiro da filmografia do diretor. Ao longo das décadas de 1960 e 1970, participou de inúmeros filmes, alguns dos quais rendendo vitórias de prêmios importantes do cinema brasileiro, bem como fez uma única incursão na televisão e algumas peças de teatro. Nesse período conheceu e se casou com Rogério Sganzerla, com quem viveu até a morte dele. Em meados dos anos 70, sua carreira entra num hiato. Helena retornou à atuação a partir de meados dos anos 1980. Volta a atuar em filmes e peças e faz duas incursões na televisão nos anos 1990. Em 2005, dirigiu seu primeiro curta-metragem (A Miss e o Dinossauro), e em 2007 seu primeiro longa (Canção de Baal).

Biografia

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Helena Ignez nasceu em Salvador em 1939,[2] 1941[3] ou 1942. Inicialmente cursava direito, mas decidiu abandonar o curso para estudar artes dramáticas na Universidade Federal da Bahia (UFBA), contrariando sua família. No meio, se envolveu com diretores teatrais brasileiros e estadunidenses e, sobretudo, com os movimentos vanguardistas. Um dos diretores que conheceu na universidade foi Glauber Rocha, com quem casar-se-ia.[4] Antes de se casarem, Helena já era conhecida por participar de desfiles de moda para as fábricas de roupa de São Paulo, como a estamparia Matarazzo e a têxtil Rhodia, e concorreu no Miss Bahia de 1958.[5]

O primeiro filme no qual participou foi o curta-metragem Pátio, de Glauber.[6][7] O casal teve uma filha, a atriz Paloma Rocha, e poucos anos depois se separou.[8] Em 1961, atuou como Ely em A Grande Feira[9] e em 1962 como Marta em Assalto ao Trem Pagador.[10] Em 1964, foi Mariá em O Grito da Terra.[11] No mesmo ano, estreou no teatro com Descalços no Parque.[12][13] Em 1966, foi Mariana em O Padre e a Moça, papel que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Brasília e no Festival de Teresópolis.[14] Em 1967, trabalhou como Luciana em Cara a Cara[15] e na peça Verão.[13][16] Em 1968, interpretou Lígia em Os Marginais,[17] a esposa do Doutor em O Engano[18] e Janete Jane em O Bandido da Luz Vermelha, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Troféu Coruja de Ouro,[19] bem como esteve na peça Salomé[13][20] e na novela A Última Testemunha, que foi sua primeira incursão televisiva.[21] Helena casar-se-ia com Rogério Sganzerla.[4] Em 1969, foi Angela Carne e Osso em A Mulher de Todos, que também lhe rendeu outro prêmio, agora no Festival de Brasília.[22] Ainda em 1969, atuou na peça Hair[5] e no filme Um Homem na Jaula.[23]

Em 1970, participou de seis filmes, todos de Rogério Sganzerla e Júlio Bressane: A Família do Barulho (Senhora),[24] Barão Olavo, o Horrível (Isabel),[25] Copacabana Mon Amour (Sônia Silk),[26] Cuidado Madame (Empregada),[27] Sem Essa, Aranha (Mulher)[28] e Carnaval na Lama (Betty).[29] Depois, em 1971, trabalhou com João Batista Ferreira em Os Monstros de Babaloo,[30] e em 1973 com Tony Jokoska em Um Intruso no Paraíso.[31] Sua carreira entra num hiato de mais de um decênio a partir desse momento, com Helena voltando a atuar 1985, quando esteve em Nem Tudo É Verdade.[32] Após outro hiato de cinco anos, reapareceu em 1991 na minissérie Meu Marido da Rede Globo.[33][34] Em 1992, atuou no filme Oswaldianas[35] e na minissérie Tereza Batista da Rede Globo como Maricota.[36][37] Em 1994, aparece no curta-metragem Geraldo Voador[38][39] e na peça Anjo Negro.[13][40] Outro hiato se segue, e Helena só tornaria a atuar em 1999, como Marcela no filme São Jerônimo.[41]

Em 2002, participou na peça Os Sete Afluentes do Rio Ota,[13][42] e em 2003 foi Guida em O Signo do Caos, o último filme de seu marido.[43] Em 2005, estreou como diretora com o curta A Miss e o Dinossauro.[44][45] Em 2007, esteve no curta Jurando que Viu a Periquita[46] e depois em Meu Mundo em Perigo de José Eduardo Belmonte,[47] bem como atuou na peça Um Sonho[13][48] e dirigiu seu primeiro longa metragem, o filme a Canção de Baal.[49][50] Em 2008, esteve no filme Encarnação do Demônio do diretor José Mojica Marins (Zé do Caixão) e então em Amarar de Emanuel Mendes.[51] Em 2009, esteve em Hotel Atlântico de Suzana Amaral.[52] No primeiro trimestre do mesmo ano, codirigiu com o filme Luz nas Trevas — A Volta do Bandido da Luz Vermelha (2010) com base em um roteiro, de centenas de páginas, que havia sido deixado por seu marido Rogério Sganzerla ao falecer, em 2004. Nele trabalharam suas filhas Sinai Sganzerla (produção e música) e Djin Sganzerla (personagem Jane), bem como Ney Matogrosso, que estreava como protagonista de um longa metragem. O filme é uma sequência de O Bandido da Luz Vermelha, dirigido e roteirizado por Rogério nos anos 60 e no qual Helena atuou. Luz nas Trevas foi o único longa brasileiro a participar no Festival de Locarno de 2010.[53]

Em 2012, trabalhou com Felipe David Rodrigues no filme A Balada do Provisório[54] e em 2013, apareceu em Desculpa, Dona Madama de Juliana Rajas,[55] e dirigiu Feio, eu?[56] e Poder dos Afetos.[57] Neste mesmo ano, foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria de melhor roteiro adaptado por Luz nas Trevas[58] e ganhou o Troféu APCA de melhor roteiro pela mesma obra.[59] Em 2014, atou em Paixão e Virtude de Ricardo Miranda[60] e O Fim de uma Era de Bruno Safadi e Ricardo Pretti.[61] Em 2016, interpretou a diretora do curta-metragem Xavier de Ricky Mastro[62] e dirigiu Ralé.[63][64] Em 2017, foi Filó em Vênus — Filó, a Fadinha Lésbica[65] e esteve na peça Tchekhov é um COGUMELO.[66] Ainda em 2017, foi agraciada no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com o prêmio honorário pelo conjunto da obra.[67] Em 2018, atuou em Antes do Fim de Cristiano Burlan[68] e dirigiu A Moça do Calendário[69][70] e Fakir.[71][72] Também em 2019, atuou no filme Tragam-me a Cabeça de Carmen M. de Catarina Wallenstein e Felipe Bragança,[73] e na peça Insônia — Titus Macbeth,[74][75] pela qual foi indicada como melhor atriz para o Prêmio Shell.[76]

Filmografia

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Helena em 1963 em foto do Arquivo Nacional

No cinema

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Como atriz
Ano Título Personagem Direção Notas Ref.
1959 Pátio Jovem no Pátio Glauber Rocha Curta-metragem [6]
1961 A Grande Feira Ely Roberto Pires [9]
1962 O Assalto ao Trem Pagador Marta Roberto Farias [10]
1964 O Grito da Terra Mariá Olney São Paulo [11]
1966 O Padre e a Moça Mariana Joaquim Pedro de Andrade [14]
1967 Cara a Cara Luciana Júlio Bressane [15]
1968 O Bandido da Luz Vermelha Janete Jane Rogério Sganzerla [77][19]
O Engano Esposa do Doutor Mário Fiorani [18]
Os Marginais Lígia Moisés Kendler e Carlos Alberto [17]
1969 A Mulher de Todos Angela Carne e Osso Rogério Sganzerla [78][22]
Um Homem e Sua Jaula Aeromoça Fernando Coni Campos [23]
1970 A Família do Barulho Senhora Júlio Bressane [24]
Barão Olavo, o Horrível Isabel [25]
Cuidado Madame Empregada [27]
Copacabana Mon Amour Sônia Silk Rogério Sganzerla [79][26]
Sem Essa, Aranha Mulher [80][28]
Carnaval na Lama Betty [81][29]
1971 Os Monstros de Babaloo Herdeira João Batista Ferreira [30]
1973 Um Intruso no Paraíso Solange Tony Jokoska [31]
1985 Spray Jet Ana Maria Magalhães Curta-metragem [82]
1986 Nem Tudo É Verdade Rogério Sganzerla [83][32]
Ondas Assaltante Ninho Moraes Curta-metragem [84]
1992 Oswaldianas Tiafa Rogério Sganzerla Segmento: "Perigo Negro" [35]
Perfume de Gardênia Burglar Guilherme de Almeida Prado [85]
1994 Geraldo Voador Bruno Vianna Curta-metragem [38][39]
1999 São Jerônimo Marcela Júlio Bressane [41]
2003 O Signo do Caos Guida Rogério Sganzerla [86][43]
2006 Espeto Madame Margot Guilherme Marback e Sara Silveira Curta-metragem [87]
2007 Jurando que Viu a Periquita Rainha da Amazônia João Marcos de Almeida [46]
2008 Encarnação do Demônio Cabíria José Mojica Marins [88]
Amarar Noemi Emanuel Mendes Curta-metragem [51]
2009 Hotel Atlântico Dona da pousada Suzana Amaral [52]
2010 Meu Mundo em Perigo Mãe de Ísis José Eduardo Belmonte [47]
2011 Djalioh Ricardo Miranda [89]
2012 A Balada do Provisório Mãe de André Felipe David Rodrigues [54]
Jetlag Mãe Tatiana Natsu Curta-metragem [90]
2013 Desculpa, Dona Madama Dona Madama Caetano Gotardo e Juliana Rojas [55]
Terno Mãe Gabriela Almeida e Luana Demange [91]
2014 Paixão e Virtude Gustave Flaubert Ricardo Miranda [60]
O Fim de uma Era Narradora Bruno Safadi e Ricardo Pretti [61]
2016 Xavier Professora Ricky Mastro Curta-metragem [62]
2017 Vênus - Filó, a Fadinha Lésbica Filó Sávio Leite [65]
2018 Antes do Fim Helena Cristiano Burlan [92]
2019 Tragam-me a Cabeça de Carmen M. Diretora Catarina Wallenstein e Felipe Bragança [73]
Carne Camila Kater Curta-metragem
2020 Ensaio Sobre o Fracasso Cartomante Cristiano Burlan [68]
Benjamim Zambraia e o Autopanóptico Mãe Felipe Cataldo [93]
2022 A Mãe Dulce Cristiano Burlan [94]
2023 A Alegria é a Prova dos Nove Jarda Ícone Ela mesma [95]
O Mel É Mais Doce Que o Sangue Andarilha André Guerreiro Lopes [96]
Helena de Guaratiba Helena Karen Black Curta-metragem [97]
2024 Se Eu Tô Aqui é Por Mistério Lojista Clari Ribeiro [98]
2025 Cartas Para Rian Nair de Teffé Cavi Borges
Nem Deus É Tão Justo Quanto Seus Jeans Dra. Marina Consiglio Sergio Silva [99]
Deuses da Peste Gabriela Luiza e Tiago Mata Machado [100]
2026 Eclipse Dona da Kit net Djin Sganzerla [101]

Como diretora

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Ano Título Notas
2005 A Miss e o Dinossauro [44][45]
2007 Canção de Baal [49][50]
2010 Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha [53]
2013 Feio, eu? [56][102]
Poder dos Afetos [57][103]
2016 Ralé [63][64]
2018 A Moça do Calendário [69][70]
2019 Fakir [71][72]
2024 A Alegria é a Prova dos Nove [104]

Trabalhos na TV

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Ano Título Personagem Notas
1968 A Última Testemunha Mina [21]
1969 Era Preciso Voltar Regina [105]
1991 Meu Marido Promotora [33][34]
1992 Tereza Batista Maricota [36][37]
2021 Anjo Loiro com Sangue no Cabelo Narradora [106]

No Teatro

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Ano Título Direção Ref.
1962 Família Pouco Família Antonio do Cabo [107]
1963 Victor ou as Crianças no Poder [108]
1964 Descalços no Parque Ziembinski [12]
1967 Verão Eros Martim Gonçalves [13][16]
1968 Salomé [13][20]
1969 Hair Ademar Guerra [5][109]
1994 Anjo Negro Ulysses Cruz [13][40]
2002 Os Sete Afluentes do Rio Ota Monique Gardenberg [13][42]
2007 Um Sonho André Guerreiro e Carlos Ebert [13][48]
2015 O livro da grande desordem e da infinita coerência André Guerreiro Lopes [110]
2017 Tchekhov é um Cogumelo [66][111]
2019 Insônia - Titus Macbeth [74][75]
2026 Fim de Partida Rodrigo Portella [112]

Premiações

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Ano Premiação Categoria Trabalho Resultado Notas
1966 Festival de Brasília Melhor Atriz O Padre e a Moça Venceu [14]
Festival de Teresópolis Venceu [14]
1968 Troféu Coruja de Ouro O Bandido da Luz Vermelha Venceu [19]
1969 Festival de Brasília A Mulher de Todos Venceu [22]
2013 Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Melhor Roteiro Adaptado Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha Indicado [58]
Troféu APCA Melhor Roteiro Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha Venceu [59]
2017 Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Prêmio Honorário Conjunto da Obra Venceu [67]
2019 Prêmio Shell Melhor Atriz Insônia Indicado [76]
Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Guarani Honorário Homenagem Venceu

Referências

  1. «PARECER N°06/2005» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 31 de março de 2022
  2. «47ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo». 47ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Consultado em 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2026
  3. «Teatro resgata Helena Ignez, a musa do cinema novo». Estadão. Consultado em 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  4. 1 2 «Helena Ignez - Papo de Cinema». www.papodecinema.com.br. Consultado em 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 16 de março de 2026
  5. 1 2 3 «Helena Ignez». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  6. 1 2 «Pátio». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2022
  7. «Helena Ignez». Filme B. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2026
  8. Vasconcelos, Flavia. «Musa do cinema marginal, Helena Ignez fala da vida e da relação com Glauber Rocha: "Paguei um preço altíssimo"». Correio 24 Horas. Consultado em 4 de setembro de 2020
  9. 1 2 «A Grande Feira». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  10. 1 2 «Assalto ao Trem Pagador». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2020
  11. 1 2 «O Grito da Terra». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  12. 1 2 «Descalços no Parque». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 11 de junho de 2020
  13. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas "itauc"
  14. 1 2 3 4 «O Padre e a Moça». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 30 de setembro de 2022
  15. 1 2 «Cara a Cara». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2021
  16. 1 2 «Verão». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2022
  17. 1 2 «Os Marginais». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2022
  18. 1 2 «O Engano». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  19. 1 2 3 «O Bandido da Luz Vermelha». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de julho de 2022
  20. 1 2 «Salomé». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de março de 2023
  21. 1 2 Xavier, Nilson. «A Última Testemunha». Teledramaturgia. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de maio de 2024
  22. 1 2 3 «A Mulher de Todos». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  23. 1 2 «Um Homem e Sua Jaula». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  24. 1 2 «A Família do Barulho». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  25. 1 2 «Barão Olavo, o Horrível». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de março de 2022
  26. 1 2 «Copacabana Mon Amour». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de julho de 2022
  27. 1 2 «Cuidado Madame». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de abril de 2022
  28. 1 2 «Sem Essa, Aranha». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  29. 1 2 «Carnaval na Lama». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  30. 1 2 «Os Monstros de Babaloo». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  31. 1 2 «Um Intruso no Paraíso». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2017
  32. 1 2 «Nem Tudo É Verdade». Cinemateca Brasileira. Consultado em 26 de maio de 2026
  33. 1 2 «Meu Marido». Memória Globo. Consultado em 7 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2026
  34. 1 2 Xavier, Nilson. «Meu Marido». Teledramaturgia. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 22 de junho de 2024
  35. 1 2 «Oswaldianas». Acervo do Museu de Imagem e Som (MIS). Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  36. 1 2 «Tereza Batista». Memória Globo. Consultado em 7 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2026
  37. 1 2 Xavier, Nilson. «Tereza Batista». Teledramaturgia. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de maio de 2024
  38. 1 2 «Geraldo Voador». Porta Curtas. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
  39. 1 2 «Geraldo Voador». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  40. 1 2 «Anjo Negro». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2022
  41. 1 2 «São Jerônimo». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  42. 1 2 «Os Sete Afluentes do Rio Ota». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2023
  43. 1 2 «O Signo do Caos». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  44. 1 2 «A Miss e o Dinossauro». Porta Curtas. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2019
  45. 1 2 «A Miss e o Dinossauro». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
  46. 1 2 «Jurando que Viu a Periquita». Porta Curtas. Consultado em 7 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2018
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  111. Machado, Bruno. «Tchekhov é um Cogumelo». Veja SP. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  112. «Fim de Partida». sescsp.org.br. Consultado em 26 de maio de 2026

Bibliografia

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Leitura complementar

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  • PUPPO, E.; HADDAD, V. Cinema Marginal e Suas Fronteiras: Filmes Produzidos nas Décadas de 60 e 70. Centro Cultural Banco do Brasil, 2004. 160p.
  • RAMOS, F. P.; MIRANDA L. F. Enciclopédia do Cinema Brasileiro. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. 664 p.
  • STERNHEIM, A. Abrindo a Boca. Revista SET. Dez 2005.
  • GARDNIER, R. Helena Ignez. In: Femina, 2., 2005, Rio de Janeiro.
  • MOTTIN, M. La Femme du bandit: Hommage à Helena Ignez. In: Festival International de films de Fribourg, 20., 2006, Fribourg. p. 87-101

Ligações externas

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Precedida por
Fernanda Montenegro
por A Falecida
Troféu Candango de Melhor Atriz
por O Padre e a Moça

1966
Sucedida por
Rossana Ghessa
por Bebel, Garota Propaganda
Precedida por
Rossana Ghessa
por Bebel, Garota Propaganda
Troféu Candango de Melhor Atriz
por A Mulher de Todos

1969
Sucedida por
Dina Sfat
por Os Deuses e os Mortos