Helena Ignez
Helena Ignez | |
|---|---|
A atriz em 1963 | |
| Nascimento | 23 de maio de 1939 (87 anos) Salvador, Bahia |
| Cônjuge |
|
| Outros prêmios | |
| Festival de Brasília 1966: Melhor atriz, por O Padre e a Moça 1969: Melhor atriz, por A Mulher de Todos. | |
Helena Ignez de Melo Silva[1] (Salvador, 23 de maio de 1939) é uma atriz e cineasta brasileira.
Iniciou sua carreira como modelo de desfiles às fábricas de roupa de São Paulo e concorreu ao Miss Bahia de 1958. Em 1959, por influência de Glauber Rocha, com quem se casaria, atuou pela primeira vez no curta-metragem Pátio, o primeiro da filmografia do diretor. Ao longo das décadas de 1960 e 1970, participou de inúmeros filmes, alguns dos quais rendendo vitórias de prêmios importantes do cinema brasileiro, bem como fez uma única incursão na televisão e algumas peças de teatro. Nesse período conheceu e se casou com Rogério Sganzerla, com quem viveu até a morte dele. Em meados dos anos 70, sua carreira entra num hiato. Helena retornou à atuação a partir de meados dos anos 1980. Volta a atuar em filmes e peças e faz duas incursões na televisão nos anos 1990. Em 2005, dirigiu seu primeiro curta-metragem (A Miss e o Dinossauro), e em 2007 seu primeiro longa (Canção de Baal).
Biografia
[editar | editar código]Helena Ignez nasceu em Salvador em 1939,[2] 1941[3] ou 1942. Inicialmente cursava direito, mas decidiu abandonar o curso para estudar artes dramáticas na Universidade Federal da Bahia (UFBA), contrariando sua família. No meio, se envolveu com diretores teatrais brasileiros e estadunidenses e, sobretudo, com os movimentos vanguardistas. Um dos diretores que conheceu na universidade foi Glauber Rocha, com quem casar-se-ia.[4] Antes de se casarem, Helena já era conhecida por participar de desfiles de moda para as fábricas de roupa de São Paulo, como a estamparia Matarazzo e a têxtil Rhodia, e concorreu no Miss Bahia de 1958.[5]
O primeiro filme no qual participou foi o curta-metragem Pátio, de Glauber.[6][7] O casal teve uma filha, a atriz Paloma Rocha, e poucos anos depois se separou.[8] Em 1961, atuou como Ely em A Grande Feira[9] e em 1962 como Marta em Assalto ao Trem Pagador.[10] Em 1964, foi Mariá em O Grito da Terra.[11] No mesmo ano, estreou no teatro com Descalços no Parque.[12][13] Em 1966, foi Mariana em O Padre e a Moça, papel que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Brasília e no Festival de Teresópolis.[14] Em 1967, trabalhou como Luciana em Cara a Cara[15] e na peça Verão.[13][16] Em 1968, interpretou Lígia em Os Marginais,[17] a esposa do Doutor em O Engano[18] e Janete Jane em O Bandido da Luz Vermelha, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Troféu Coruja de Ouro,[19] bem como esteve na peça Salomé[13][20] e na novela A Última Testemunha, que foi sua primeira incursão televisiva.[21] Helena casar-se-ia com Rogério Sganzerla.[4] Em 1969, foi Angela Carne e Osso em A Mulher de Todos, que também lhe rendeu outro prêmio, agora no Festival de Brasília.[22] Ainda em 1969, atuou na peça Hair[5] e no filme Um Homem na Jaula.[23]
Em 1970, participou de seis filmes, todos de Rogério Sganzerla e Júlio Bressane: A Família do Barulho (Senhora),[24] Barão Olavo, o Horrível (Isabel),[25] Copacabana Mon Amour (Sônia Silk),[26] Cuidado Madame (Empregada),[27] Sem Essa, Aranha (Mulher)[28] e Carnaval na Lama (Betty).[29] Depois, em 1971, trabalhou com João Batista Ferreira em Os Monstros de Babaloo,[30] e em 1973 com Tony Jokoska em Um Intruso no Paraíso.[31] Sua carreira entra num hiato de mais de um decênio a partir desse momento, com Helena voltando a atuar 1985, quando esteve em Nem Tudo É Verdade.[32] Após outro hiato de cinco anos, reapareceu em 1991 na minissérie Meu Marido da Rede Globo.[33][34] Em 1992, atuou no filme Oswaldianas[35] e na minissérie Tereza Batista da Rede Globo como Maricota.[36][37] Em 1994, aparece no curta-metragem Geraldo Voador[38][39] e na peça Anjo Negro.[13][40] Outro hiato se segue, e Helena só tornaria a atuar em 1999, como Marcela no filme São Jerônimo.[41]
Em 2002, participou na peça Os Sete Afluentes do Rio Ota,[13][42] e em 2003 foi Guida em O Signo do Caos, o último filme de seu marido.[43] Em 2005, estreou como diretora com o curta A Miss e o Dinossauro.[44][45] Em 2007, esteve no curta Jurando que Viu a Periquita[46] e depois em Meu Mundo em Perigo de José Eduardo Belmonte,[47] bem como atuou na peça Um Sonho[13][48] e dirigiu seu primeiro longa metragem, o filme a Canção de Baal.[49][50] Em 2008, esteve no filme Encarnação do Demônio do diretor José Mojica Marins (Zé do Caixão) e então em Amarar de Emanuel Mendes.[51] Em 2009, esteve em Hotel Atlântico de Suzana Amaral.[52] No primeiro trimestre do mesmo ano, codirigiu com o filme Luz nas Trevas — A Volta do Bandido da Luz Vermelha (2010) com base em um roteiro, de centenas de páginas, que havia sido deixado por seu marido Rogério Sganzerla ao falecer, em 2004. Nele trabalharam suas filhas Sinai Sganzerla (produção e música) e Djin Sganzerla (personagem Jane), bem como Ney Matogrosso, que estreava como protagonista de um longa metragem. O filme é uma sequência de O Bandido da Luz Vermelha, dirigido e roteirizado por Rogério nos anos 60 e no qual Helena atuou. Luz nas Trevas foi o único longa brasileiro a participar no Festival de Locarno de 2010.[53]
Em 2012, trabalhou com Felipe David Rodrigues no filme A Balada do Provisório[54] e em 2013, apareceu em Desculpa, Dona Madama de Juliana Rajas,[55] e dirigiu Feio, eu?[56] e Poder dos Afetos.[57] Neste mesmo ano, foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria de melhor roteiro adaptado por Luz nas Trevas[58] e ganhou o Troféu APCA de melhor roteiro pela mesma obra.[59] Em 2014, atou em Paixão e Virtude de Ricardo Miranda[60] e O Fim de uma Era de Bruno Safadi e Ricardo Pretti.[61] Em 2016, interpretou a diretora do curta-metragem Xavier de Ricky Mastro[62] e dirigiu Ralé.[63][64] Em 2017, foi Filó em Vênus — Filó, a Fadinha Lésbica[65] e esteve na peça Tchekhov é um COGUMELO.[66] Ainda em 2017, foi agraciada no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com o prêmio honorário pelo conjunto da obra.[67] Em 2018, atuou em Antes do Fim de Cristiano Burlan[68] e dirigiu A Moça do Calendário[69][70] e Fakir.[71][72] Também em 2019, atuou no filme Tragam-me a Cabeça de Carmen M. de Catarina Wallenstein e Felipe Bragança,[73] e na peça Insônia — Titus Macbeth,[74][75] pela qual foi indicada como melhor atriz para o Prêmio Shell.[76]
Filmografia
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No cinema
[editar | editar código]- Como atriz
| Ano | Título | Personagem | Direção | Notas | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| 1959 | Pátio | Jovem no Pátio | Glauber Rocha | Curta-metragem | [6] |
| 1961 | A Grande Feira | Ely | Roberto Pires | [9] | |
| 1962 | O Assalto ao Trem Pagador | Marta | Roberto Farias | [10] | |
| 1964 | O Grito da Terra | Mariá | Olney São Paulo | [11] | |
| 1966 | O Padre e a Moça | Mariana | Joaquim Pedro de Andrade | [14] | |
| 1967 | Cara a Cara | Luciana | Júlio Bressane | [15] | |
| 1968 | O Bandido da Luz Vermelha | Janete Jane | Rogério Sganzerla | [77][19] | |
| O Engano | Esposa do Doutor | Mário Fiorani | [18] | ||
| Os Marginais | Lígia | Moisés Kendler e Carlos Alberto | [17] | ||
| 1969 | A Mulher de Todos | Angela Carne e Osso | Rogério Sganzerla | [78][22] | |
| Um Homem e Sua Jaula | Aeromoça | Fernando Coni Campos | [23] | ||
| 1970 | A Família do Barulho | Senhora | Júlio Bressane | [24] | |
| Barão Olavo, o Horrível | Isabel | [25] | |||
| Cuidado Madame | Empregada | [27] | |||
| Copacabana Mon Amour | Sônia Silk | Rogério Sganzerla | [79][26] | ||
| Sem Essa, Aranha | Mulher | [80][28] | |||
| Carnaval na Lama | Betty | [81][29] | |||
| 1971 | Os Monstros de Babaloo | Herdeira | João Batista Ferreira | [30] | |
| 1973 | Um Intruso no Paraíso | Solange | Tony Jokoska | [31] | |
| 1985 | Spray Jet | — | Ana Maria Magalhães | Curta-metragem | [82] |
| 1986 | Nem Tudo É Verdade | — | Rogério Sganzerla | [83][32] | |
| Ondas | Assaltante | Ninho Moraes | Curta-metragem | [84] | |
| 1992 | Oswaldianas | Tiafa | Rogério Sganzerla | Segmento: "Perigo Negro" | [35] |
| Perfume de Gardênia | Burglar | Guilherme de Almeida Prado | [85] | ||
| 1994 | Geraldo Voador | — | Bruno Vianna | Curta-metragem | [38][39] |
| 1999 | São Jerônimo | Marcela | Júlio Bressane | [41] | |
| 2003 | O Signo do Caos | Guida | Rogério Sganzerla | [86][43] | |
| 2006 | Espeto | Madame Margot | Guilherme Marback e Sara Silveira | Curta-metragem | [87] |
| 2007 | Jurando que Viu a Periquita | Rainha da Amazônia | João Marcos de Almeida | [46] | |
| 2008 | Encarnação do Demônio | Cabíria | José Mojica Marins | [88] | |
| Amarar | Noemi | Emanuel Mendes | Curta-metragem | [51] | |
| 2009 | Hotel Atlântico | Dona da pousada | Suzana Amaral | [52] | |
| 2010 | Meu Mundo em Perigo | Mãe de Ísis | José Eduardo Belmonte | [47] | |
| 2011 | Djalioh | — | Ricardo Miranda | [89] | |
| 2012 | A Balada do Provisório | Mãe de André | Felipe David Rodrigues | [54] | |
| Jetlag | Mãe | Tatiana Natsu | Curta-metragem | [90] | |
| 2013 | Desculpa, Dona Madama | Dona Madama | Caetano Gotardo e Juliana Rojas | [55] | |
| Terno | Mãe | Gabriela Almeida e Luana Demange | [91] | ||
| 2014 | Paixão e Virtude | Gustave Flaubert | Ricardo Miranda | [60] | |
| O Fim de uma Era | Narradora | Bruno Safadi e Ricardo Pretti | [61] | ||
| 2016 | Xavier | Professora | Ricky Mastro | Curta-metragem | [62] |
| 2017 | Vênus - Filó, a Fadinha Lésbica | Filó | Sávio Leite | [65] | |
| 2018 | Antes do Fim | Helena | Cristiano Burlan | [92] | |
| 2019 | Tragam-me a Cabeça de Carmen M. | Diretora | Catarina Wallenstein e Felipe Bragança | [73] | |
| Carne | — | Camila Kater | Curta-metragem | ||
| 2020 | Ensaio Sobre o Fracasso | Cartomante | Cristiano Burlan | [68] | |
| Benjamim Zambraia e o Autopanóptico | Mãe | Felipe Cataldo | [93] | ||
| 2022 | A Mãe | Dulce | Cristiano Burlan | [94] | |
| 2023 | A Alegria é a Prova dos Nove | Jarda Ícone | Ela mesma | [95] | |
| O Mel É Mais Doce Que o Sangue | Andarilha | André Guerreiro Lopes | [96] | ||
| Helena de Guaratiba | Helena | Karen Black | Curta-metragem | [97] | |
| 2024 | Se Eu Tô Aqui é Por Mistério | Lojista | Clari Ribeiro | [98] | |
| 2025 | Cartas Para Rian | Nair de Teffé | Cavi Borges | ||
| Nem Deus É Tão Justo Quanto Seus Jeans | Dra. Marina Consiglio | Sergio Silva | [99] | ||
| Deuses da Peste | — | Gabriela Luiza e Tiago Mata Machado | [100] | ||
| 2026 | Eclipse | Dona da Kit net | Djin Sganzerla | [101] |
Como diretora
[editar | editar código]| Ano | Título | Notas |
|---|---|---|
| 2005 | A Miss e o Dinossauro | [44][45] |
| 2007 | Canção de Baal | [49][50] |
| 2010 | Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha | [53] |
| 2013 | Feio, eu? | [56][102] |
| Poder dos Afetos | [57][103] | |
| 2016 | Ralé | [63][64] |
| 2018 | A Moça do Calendário | [69][70] |
| 2019 | Fakir | [71][72] |
| 2024 | A Alegria é a Prova dos Nove | [104] |
Trabalhos na TV
[editar | editar código]| Ano | Título | Personagem | Notas |
|---|---|---|---|
| 1968 | A Última Testemunha | Mina | [21] |
| 1969 | Era Preciso Voltar | Regina | [105] |
| 1991 | Meu Marido | Promotora | [33][34] |
| 1992 | Tereza Batista | Maricota | [36][37] |
| 2021 | Anjo Loiro com Sangue no Cabelo | Narradora | [106] |
No Teatro
[editar | editar código]| Ano | Título | Direção | Ref. |
|---|---|---|---|
| 1962 | Família Pouco Família | Antonio do Cabo | [107] |
| 1963 | Victor ou as Crianças no Poder | [108] | |
| 1964 | Descalços no Parque | Ziembinski | [12] |
| 1967 | Verão | Eros Martim Gonçalves | [13][16] |
| 1968 | Salomé | [13][20] | |
| 1969 | Hair | Ademar Guerra | [5][109] |
| 1994 | Anjo Negro | Ulysses Cruz | [13][40] |
| 2002 | Os Sete Afluentes do Rio Ota | Monique Gardenberg | [13][42] |
| 2007 | Um Sonho | André Guerreiro e Carlos Ebert | [13][48] |
| 2015 | O livro da grande desordem e da infinita coerência | André Guerreiro Lopes | [110] |
| 2017 | Tchekhov é um Cogumelo | [66][111] | |
| 2019 | Insônia - Titus Macbeth | [74][75] | |
| 2026 | Fim de Partida | Rodrigo Portella | [112] |
Premiações
[editar | editar código]| Ano | Premiação | Categoria | Trabalho | Resultado | Notas |
|---|---|---|---|---|---|
| 1966 | Festival de Brasília | Melhor Atriz | O Padre e a Moça | Venceu | [14] |
| Festival de Teresópolis | Venceu | [14] | |||
| 1968 | Troféu Coruja de Ouro | O Bandido da Luz Vermelha | Venceu | [19] | |
| 1969 | Festival de Brasília | A Mulher de Todos | Venceu | [22] | |
| 2013 | Grande Prêmio do Cinema Brasileiro | Melhor Roteiro Adaptado | Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha | Indicado | [58] |
| Troféu APCA | Melhor Roteiro | Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha | Venceu | [59] | |
| 2017 | Grande Prêmio do Cinema Brasileiro | Prêmio Honorário | Conjunto da Obra | Venceu | [67] |
| 2019 | Prêmio Shell | Melhor Atriz | Insônia | Indicado | [76] |
| Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro | Guarani Honorário | Homenagem | Venceu |
Referências
- ↑ «PARECER N°06/2005» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 31 de março de 2022
- ↑ «47ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo». 47ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Consultado em 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2026
- ↑ «Teatro resgata Helena Ignez, a musa do cinema novo». Estadão. Consultado em 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- 1 2 «Helena Ignez - Papo de Cinema». www.papodecinema.com.br. Consultado em 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 16 de março de 2026
- 1 2 3 «Helena Ignez». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- 1 2 «Pátio». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2022
- ↑ «Helena Ignez». Filme B. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2026
- ↑ Vasconcelos, Flavia. «Musa do cinema marginal, Helena Ignez fala da vida e da relação com Glauber Rocha: "Paguei um preço altíssimo"». Correio 24 Horas. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «A Grande Feira». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Assalto ao Trem Pagador». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2020
- 1 2 «O Grito da Terra». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Descalços no Parque». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 11 de junho de 2020
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Erro de citação: Etiqueta
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- 1 2 «Cara a Cara». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2021
- 1 2 «Verão». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2022
- 1 2 «Os Marginais». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2022
- 1 2 «O Engano». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 3 «O Bandido da Luz Vermelha». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de julho de 2022
- 1 2 «Salomé». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de março de 2023
- 1 2 Xavier, Nilson. «A Última Testemunha». Teledramaturgia. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de maio de 2024
- 1 2 3 «A Mulher de Todos». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Um Homem e Sua Jaula». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «A Família do Barulho». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Barão Olavo, o Horrível». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de março de 2022
- 1 2 «Copacabana Mon Amour». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de julho de 2022
- 1 2 «Cuidado Madame». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de abril de 2022
- 1 2 «Sem Essa, Aranha». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Os Monstros de Babaloo». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Um Intruso no Paraíso». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2017
- 1 2 «Nem Tudo É Verdade». Cinemateca Brasileira. Consultado em 26 de maio de 2026
- 1 2 «Meu Marido». Memória Globo. Consultado em 7 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2026
- 1 2 Xavier, Nilson. «Meu Marido». Teledramaturgia. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 22 de junho de 2024
- 1 2 «Oswaldianas». Acervo do Museu de Imagem e Som (MIS). Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- 1 2 «Tereza Batista». Memória Globo. Consultado em 7 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2026
- 1 2 Xavier, Nilson. «Tereza Batista». Teledramaturgia. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de maio de 2024
- 1 2 «Geraldo Voador». Porta Curtas. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
- 1 2 «Geraldo Voador». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Anjo Negro». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2022
- 1 2 «São Jerônimo». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Os Sete Afluentes do Rio Ota». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2023
- 1 2 «O Signo do Caos». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «A Miss e o Dinossauro». Porta Curtas. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2019
- 1 2 «A Miss e o Dinossauro». Cinemateca Brasileira. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «Jurando que Viu a Periquita». Porta Curtas. Consultado em 7 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2018
- 1 2 Hessel, Marcelo. «Meu Mundo em Perigo - Crítica». Omelete. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2016
- 1 2 «Um Sonho». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2022
- 1 2 «Canção de Baal». 43.ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
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- 1 2 «Amarar». Sincronia Filmes. Consultado em 4 de setembro de 2020
- 1 2 «FAM 2010: Noite de premiação e do longa Hotel Atlântico de Suzana Amaral». UFSC. 18 de junho de 2010. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- 1 2 «Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha». AdoroCinema. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 12 de abril de 2026
- 1 2 «A Balada do Provisório». AdoroCinema. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2025
- 1 2 Amaral, Stephania (1 de novembro de 2020). «O Feminino e o Horror nos Curtas de Juliana Rojas». Cinematório. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- 1 2 «Feio, Eu?». 43.ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2026
- 1 2 «Poder dos Afetos». 43.ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de janeiro de 2026
- 1 2 «Grande Prêmio do Cinema Brasileiro anuncia finalistas e votação popular». 23 de outubro de 2013. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2025
- 1 2 «Helena Ignez participa de debate e exibição de longa». Hoje em Dia. 19 de dezembro de 2012. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 29 de julho de 2023
- 1 2 «Paixão e Virtude». AdoroCinema. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
- 1 2 «O Fim de uma Era». 43.ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
- 1 2 «Ricky Mastro apresenta no Brasil o premiado curta-metragem LGBT Xavier». Papo de Cinema. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2024
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- 1 2 «Ralé». AdoroCinema. Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2026
- 1 2 «Vênus - Filó, a Fadinha Lésbica». Porta Curtas. Consultado em 4 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de abril de 2021
- 1 2 «Tchekhov é um COGUMELO» (PDF). Consultado em 6 de setembro de 2020. Cópia arquivada (PDF) em 29 de julho de 2023
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- 1 2 «Ensaio Sobre o Fracasso». AdoroCinema. Consultado em 26 de maio de 2026. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
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Bibliografia
[editar | editar código]- Araújo, Maria Noemi de (julho de 2012). «Helena Ignez, musa do cinema de vanguarda brasileiro» (PDF). Latusa Digital. 9 (49). Cópia arquivada (PDF) em 16 de julho de 2020
- Sganzerla, Rogério (2008). O Bandido da Luz Vermelha (PDF). Col: Aplauso. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Cópia arquivada (PDF) em 2 de dezembro de 2023
Leitura complementar
[editar | editar código]- PUPPO, E.; HADDAD, V. Cinema Marginal e Suas Fronteiras: Filmes Produzidos nas Décadas de 60 e 70. Centro Cultural Banco do Brasil, 2004. 160p.
- RAMOS, F. P.; MIRANDA L. F. Enciclopédia do Cinema Brasileiro. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. 664 p.
- STERNHEIM, A. Abrindo a Boca. Revista SET. Dez 2005.
- GARDNIER, R. Helena Ignez. In: Femina, 2., 2005, Rio de Janeiro.
- MOTTIN, M. La Femme du bandit: Hommage à Helena Ignez. In: Festival International de films de Fribourg, 20., 2006, Fribourg. p. 87-101
Ligações externas
[editar | editar código]- Entrevista com Helena Ignez à Revista Contracampo 1
- Entrevista com Helena Ignez à Revista Contracampo 2
| Precedida por Fernanda Montenegro por A Falecida |
Troféu Candango de Melhor Atriz por O Padre e a Moça 1966 |
Sucedida por Rossana Ghessa por Bebel, Garota Propaganda |
| Precedida por Rossana Ghessa por Bebel, Garota Propaganda |
Troféu Candango de Melhor Atriz por A Mulher de Todos 1969 |
Sucedida por Dina Sfat por Os Deuses e os Mortos |